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Quando procurar um psicólogo infantil?

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A demanda por psicoterapia infantil é cada vez maior, são solicitações da escola, do pediatra ou até mesmo de familiares e pessoas próximas.

Mas o que leva os pais a buscarem a psicoterapia infantil? Quando é realmente necessário?

Em geral as crianças manifestam comportamentos que indicam quando algo não está bem, mas a grande maioria dos pais reluta em procurar um psicólogo infantil. Há uma tendência dos pais em pensar que ele está passando por uma fase e que irá superar sozinha ou quando o filho ficar mais velho, irá passar.

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Ebook [5 Dicas de Como Criar Filhos Felizes]

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Esse ebook é uma edição comemorativa, fruto de 5 anos de atuação nos 5 anos do Consultório de Psicologia e Psicanálise.

O conteúdo exposto surgiu a partir de muitas reflexões, leituras acadêmicas e pesquisas e o principal: da experiência clínica como psicóloga infantil, que me proporcionou contato com diversas famílias que buscam melhorar as dificuldades em relação aos seus filhos.

Minha intenção, é propor dicas para que todos os pais possam refletir / avaliar, sobre cada uma delas na vida de seus filhos, independente do seu contexto e visões da educação, para que possam assim, melhorar o dia-a-dia e finalmente, criar filhos felizes.

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Você elogia o seu filho? A importância do elogio na infância.

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Elogiar uma criança quando ela faz um comportamento desejável é muito recomendável, reforça para a criança que aquilo que ela faz é bom e a família reconhece esse ponto também. É comum crianças reclamarem que os pais “só dão bronca”, o que deixa a criança desmotivada para tentar mudar um comportamento, por exemplo.

Procure então, elogiar mais do que criticar. Elogios verdadeiros e pautados no esforço ajudam a criança a decidir sua postura em uma determinada situação.

Uma dica valiosa é também ignorar maus comportamentos quando não apresentam riscos para as crianças e para outros e oferecer bastante atenção quando ela se comporta bem.

Claro que isso não vai mudar rapidamente, mas à medida que a criança percebe essa postura da família, tende a começar a escolher comportamentos mais saudáveis, pois entende que quando se comporta de maneira adequada, também tem boa consequência dos seus atos como atenção dos pais e elogios verdadeiros.

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Disciplina Infantil: Por onde começar?

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Em tempos atrás o assunto não era discutido, nem mencionado, imagina questionar as regras, as surras e as palmatórias? As relações eram claras, as crianças não sabiam e precisam aprender e os adultos tinham que ensinar e corrigir, e para isso usavam castigos e surras.

Após as mudanças a partir do século XX, principalmente na educação a percepção da criança foi sendo modificada, a começar pelo respeito em entender que elas têm um desejo (quem nunca ouviu uma “criança não tem que querer”?), gostos, aptidões especificas assim como nós adultos.

Com essas mudanças, muita coisa melhorou nas relações entre pais e filhos, que se tornou menos autoritária, com mais proximidade e mais democracia, mas claro, que isso também teve uma repercussão nessa forma de dinâmica familiar.

Os filhos das gerações anteriores estavam dispostos a não repetir os erros dos seus pais e de fato se tornaram mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado se tornaram inseguros e por vezes perdidos a como agir quando as crianças apresentavam excessos de agressividade e birras constantes.

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Como ensinar o seu filho a lidar com as emoções? [Parte 1]

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“Não gostar de emoções negativas é tão útil quanto não gostar de inverno. O inverno virá você querendo ou não, assim como as emoções. Melhor do que gostar ou não gostar é saber lidar com elas”.

Nos dias atuais saber lidar com as próprias questões emocionais é algo extremamente importante e valorizado, é só observar o quão criterioso estão as seleções de trabalho, na qual se buscam indivíduos mais “equilibrados emocionalmente”, ou que saibam lidar com pressão, por exemplo.

Antigamente o nível de inteligência de uma pessoa era muito valorizado e hoje percebe-se que o valor não é mais o quanto se sabe, mas sim como se relacionar consigo mesmo e com os outros.

É o que a Psicologia chama de “Inteligência Emocional” que é a habilidade de reconhecer os seus próprios sentimentos e emoções, além de compreender as dos outros e saber lidar com elas.

Lidar com as próprias emoções não significa que a criança não chora, ou não se irrita, significa que sabe lidar com elas, ou seja, quando possuem um problema conseguem encontrar soluções de forma saudável.

Crianças desde o começo da vida, expressam suas emoções e a partir daí a papel dos pais

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Um pouco sobre a pré-adolescência

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É comum encontrar artigos e textos informativos sobre o desenvolvimento infantil e sobre adolescência, mas quando se fala sobre a transição entre essas duas fases não é muito comum encontrar muitas informações como dicas e sugestões em relação aos pré-adolescentes, por isso trago hoje um breve texto sobre essa fase.

De acordo com o estatuto da criança e adolescente, a adolescência começa aos 12 anos de idade, portanto, dos 09 aos 12 anos é o que podemos chamar de pré-adolescência, mas não há uma idade fixa começar, pois fatores culturais e físicos, podem interferir no comportamento.