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Quando procurar um psicólogo infantil?

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A demanda por psicoterapia infantil é cada vez maior, são solicitações da escola, do pediatra ou até mesmo de familiares e pessoas próximas.

Mas o que leva os pais a buscarem a psicoterapia infantil? Quando é realmente necessário?

Em geral as crianças manifestam comportamentos que indicam quando algo não está bem, mas a grande maioria dos pais reluta em procurar um psicólogo infantil. Há uma tendência dos pais em pensar que ele está passando por uma fase e que irá superar sozinha ou quando o filho ficar mais velho, irá passar.

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Dicas para reduzir o impacto do divórcio nas crianças

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Constantemente recebo pais preocupados com o bem estar dos filhos, após o processo de separação. Apresento algumas dicas, que podem ser úteis no processo:

1. EVITE BRIGAS E DISCUSSÕES NA FRENTE DOS PEQUENOS: Não há dúvidas de que o divórcio causa uma ruptura dolorosa na família, mas ele não precisa ser destrutivo, pais que conseguem dialogar com respeito (sem brigar) são capazes de reduzir os desconfortos e chateações dos filhos.

2. NÃO FALE MAL DO EX-COMPANHEIRO: Para que a vida dos pequenos não fique ainda mais difícil, os pais precisam agir com muita responsabilidade. Deve-se tomar cuidado para não minimizar a imagem do ex, desejando comprar mais, oferecer mais, ser mais para ser o melhor.

3. ESCUTE A CRIANÇA: Tenha uma conversa objetiva, sincera e amorosa com seu filho. O silêncio dos pais pode deixar a criança perdida, insegura e confusa. Ao falar, seja carinhosa e diga que você também quer ouvi-lo. Provavelmente ele fará algumas perguntas sobre sua decisão. Se não souber responder, é preciso dizer que não sabe e pedir ajuda para pensar junto.

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Bater é educar? Uma reflexão sobre educar sem bater.

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Tempos atrás a maioria dos pais centralizam a educação dos filhos nas famosas surras, palmatórias e fortes castigos; era uma época que os pais agiam de forma autoritária e detinham todo o conhecimento sobre os filhos. As crianças eram vistas como seres que não entendiam as coisas que aconteciam ao seu redor, restando uma postura submissa e passiva.

Mas muita coisa mudou nos últimos anos, a educação, a ciência e a família passaram por inúmeras transformações; e você já se questionou o porquê a relação entre pais e filhos permaneceria a mesma?

O primeiro esclarecimento é: não confundir a falta da “surra” com a falta de limites. Na verdade, bater não tem nada a ver com limites, são atitudes opostas. Afinal, quem bate ensina a própria falta de limites, é quando os pais perdem “a cabeça” e batem na criança, como um ato de covardia.

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Disciplina Infantil: Por onde começar?

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Em tempos atrás o assunto não era discutido, nem mencionado, imagina questionar as regras, as surras e as palmatórias? As relações eram claras, as crianças não sabiam e precisam aprender e os adultos tinham que ensinar e corrigir, e para isso usavam castigos e surras.

Após as mudanças a partir do século XX, principalmente na educação a percepção da criança foi sendo modificada, a começar pelo respeito em entender que elas têm um desejo (quem nunca ouviu uma “criança não tem que querer”?), gostos, aptidões especificas assim como nós adultos.

Com essas mudanças, muita coisa melhorou nas relações entre pais e filhos, que se tornou menos autoritária, com mais proximidade e mais democracia, mas claro, que isso também teve uma repercussão nessa forma de dinâmica familiar.

Os filhos das gerações anteriores estavam dispostos a não repetir os erros dos seus pais e de fato se tornaram mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado se tornaram inseguros e por vezes perdidos a como agir quando as crianças apresentavam excessos de agressividade e birras constantes.

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Como ensinar o seu filho a lidar com as emoções? [Parte 2]

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Na segunda parte do texto, trago algumas dicas para auxiliar o seu filho a lidar com as suas emoções. São dicas práticas que podem auxiliar muito no dia-a-dia com as crianças e adolescentes.

* Converse com o seu filho sobre as emoções

Uma das formas de ensinar o seu filho a lidar com as suas emoções, seriam momentos de conversas, orientações e entendimento sobre o que está sentindo, isso contribui para se que se sinta seguro e que possa contar com os pais. Em momentos de choro, verbalize que está chorando porque sente raiva ou que está decepcionado, mas que tem que lidar com isso, pois a vida tem altos e baixos.

Isso não significa dizer à criança como ela deve se sentir. Significa apenas ajudá-la a desenvolver um vocabulário para expressar exatamente como se sente e o que pensa em relação aos seus sentimentos.