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Dar limites é ser autoritário? Uma diferença entre autoridade e autoritarismo.

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Realmente é uma tarefa difícil saber quando acaba a autoridade e quando começa o autoritarismo.

Para começar podemos pensar que o autoritário é aquele que exerce o poder utilizando apenas o seu ponto de vista, visto sempre de forma correta e nunca leva em conta o que o outro deseja ou pensa.

Nesses casos o autoritário, poucas vezes age em benefício do outro e o que conta a maioria das vezes é o seu próprio interesse. Por exemplo, um pai autoritário é aquele que não deixa o filho brincar na sala porque naquele dia ele está de mau humor, mas num outro, de bem com a vida, não só permite como até convida a criança para fazer tal comportamento.

O pai que tem autoridade, de maneira diferente ouve e respeita seu filho, mas pode, por vezes, ter de agir de forma mais dura do que gostaria, às vezes até impositivamente, mas sempre terá como objetivo bem-estar do filho, protegê-lo de algum perigo ou orientá-lo em direção a um comportamento seguro e aceitável socialmente.

O que quero mostrar aqui é que quando os pais agem com segurança e firmeza de propósitos, mas com afeto e carinho, podem atingir os objetivos sem autoritarismo e, muito menos, sem usar da violência física para tanto.

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Os efeitos do divórcio sobre os filhos

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Muitos pesquisadores começaram a estudar os efeitos do divórcio em criança; após muito estudo chegaram à conclusão que há diferença entre reações imediatas ou de longo prazo (mais de dois anos).

As reações de longo prazo dos filhos apresentam grande variação, dependendo da forma como os pais reagem às crianças durante e após a separação. Em especial, o grau de harmonia ou desarmonia entre os pais, percebido pelas crianças depois do divórcio, é o mais importante determinante do ajustamento a longo prazo. Por outro lado, as reações dos filhos a curto prazo costumam ser mais uniformes.

Os pesquisadores constataram que quase todas as crianças ficam perturbadas logo que ocorre a separação. As crianças em geral não entendem o que está acontecendo, mesmo que conheçam muitas outras crianças que passaram pela experiência do divórcio. Como norma, elas ficam a princípio chocadas e surpresas com a separação. Mesmo quando há muitas brigas, tensões ou infelicidade em casa, as crianças não desejam o divórcio. Elas não se sentem aliviadas nem o aceitam bem, a menos que tenham presenciado violência física.

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Como ensinar o seu filho a lidar com as emoções? [Parte 2]

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Na segunda parte do texto, trago algumas dicas para auxiliar o seu filho a lidar com as suas emoções. São dicas práticas que podem auxiliar muito no dia-a-dia com as crianças e adolescentes.

* Converse com o seu filho sobre as emoções

Uma das formas de ensinar o seu filho a lidar com as suas emoções, seriam momentos de conversas, orientações e entendimento sobre o que está sentindo, isso contribui para se que se sinta seguro e que possa contar com os pais. Em momentos de choro, verbalize que está chorando porque sente raiva ou que está decepcionado, mas que tem que lidar com isso, pois a vida tem altos e baixos.

Isso não significa dizer à criança como ela deve se sentir. Significa apenas ajudá-la a desenvolver um vocabulário para expressar exatamente como se sente e o que pensa em relação aos seus sentimentos.