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Quando procurar um psicólogo infantil?

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A demanda por psicoterapia infantil é cada vez maior, são solicitações da escola, do pediatra ou até mesmo de familiares e pessoas próximas.

Mas o que leva os pais a buscarem a psicoterapia infantil? Quando é realmente necessário?

Em geral as crianças manifestam comportamentos que indicam quando algo não está bem, mas a grande maioria dos pais reluta em procurar um psicólogo infantil. Há uma tendência dos pais em pensar que ele está passando por uma fase e que irá superar sozinha ou quando o filho ficar mais velho, irá passar.

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Autoestima infantil

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A construção da autoestima começa desde muito cedo, é determinado em grande parte pelas mensagens que a criança recebe dos outros (pais) em relação a si, a criança também percebe no ambiente dados que confirmem estas mensagens dos pais.

Poderíamos definir a autoestima como o sentimento de importância e valor que uma pessoa tem em relação a ela própria. Quem a possui em alto grau confia em suas percepções, julgamentos e acredita que suas iniciativas vão dar certo e lida com os outros com facilidade.

Alguns comportamentos que indicam uma baixa estima nas crianças – idade que esse tipo de postura não é mais esperado – como choramingar, necessidade de vencer sempre, trapacear em jogos, perfeccionismo, distribuir doces e brinquedos e formas de chamar de atenção, devem ser observados pelos cuidadores.

Crianças com essas características precisam de atividades que envolvam experiências com os sentidos, focalizando as diferenças entre elas próprias e outras pessoas; a consciência destas diferenças contribuirá para que se posicionem de forma diferente.

Adolescentes

E quando um dos pais morre?: Impactos da morte de um dos genitores na infância

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A morte de um ou ambos os genitores durante a infância, pode afetar o desenvolvimento infantil tanto a curto quanto a longo prazo, já que o rompimento de um vínculo por morte exige uma grande reorganização emocional por parte da criança e da família, que também se encontra fragilizada pelo impacto do evento.

A separação por morte é um evento de grande estresse para a criança, pois não deixa de interferir a segurança e sobrevivência emocional e muitas vezes a material, como mudança de residência, alteração da figura de identificação e apoio e outras de modo geral. A criança acaba perdendo o mundo que ela conhecia e torna difícil lidar com os sentimentos que invadem nesse momento como culpa, tristeza, isolamento, medo de ser abandonado, saudade do ente e raiva por não poder reencontrá-la.

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Dicas para reduzir o impacto do divórcio nas crianças

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Constantemente recebo pais preocupados com o bem estar dos filhos, após o processo de separação. Apresento algumas dicas, que podem ser úteis no processo:

1. EVITE BRIGAS E DISCUSSÕES NA FRENTE DOS PEQUENOS: Não há dúvidas de que o divórcio causa uma ruptura dolorosa na família, mas ele não precisa ser destrutivo, pais que conseguem dialogar com respeito (sem brigar) são capazes de reduzir os desconfortos e chateações dos filhos.

2. NÃO FALE MAL DO EX-COMPANHEIRO: Para que a vida dos pequenos não fique ainda mais difícil, os pais precisam agir com muita responsabilidade. Deve-se tomar cuidado para não minimizar a imagem do ex, desejando comprar mais, oferecer mais, ser mais para ser o melhor.

3. ESCUTE A CRIANÇA: Tenha uma conversa objetiva, sincera e amorosa com seu filho. O silêncio dos pais pode deixar a criança perdida, insegura e confusa. Ao falar, seja carinhosa e diga que você também quer ouvi-lo. Provavelmente ele fará algumas perguntas sobre sua decisão. Se não souber responder, é preciso dizer que não sabe e pedir ajuda para pensar junto.

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Depressão infantil

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Uma criança pode ficar triste sem que isso indique um problema, claro! Mas a depressão infantil existe sim. Anteriormente acreditava-se que era rara ou não existia, mas atualmente não há mais dúvida em relação ao diagnóstico e atualmente é fruto de inúmeras pesquisas e estudos.

O que se tem percebido nos últimos anos é que o quadro clínico se caracteriza pela associação de vários sintomas que não se restringem apenas a tristeza.

A depressão em si é cercada por muitos tabus, e quando falamos de infância os mitos e dificuldades de entendê-la parecem ainda maiores; essa característica pode ser explicada pelo imaginário social de que na infância não temos preocupações ou mesmo problemas.

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Uma breve leitura sobre a adoção.

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Adotar é acreditar que a história é mais forte que a hereditariedade, que o amor é mais forte que o destino”.

Lídia Weber

Adotar um bebê ou uma criança pequena é um desafio de enorme complexidade para qualquer casal. Eles têm de se adaptar à nova situação, supostamente após anos de esforços tentando tomar decisões e, depois de implementá-las, lidar com decepções: primeiro, tentar ter seu próprio filho e, eventualmente aceitando que isso não é possível, ter de pensar se devem aceitar não ter nenhum filho ou optar pela adoção de um; decidindo pela adoção, seguem-se anos de processos administrativos e técnicos, improdutivas e etc.

Quando chegam a ter uma criança real em suas mãos, isso não pode deixar de representar uma revolução em suas vidas. Igual a pais biológicos, eles só podem lidar com o presente, já que é impossível prever o que o futuro reserva. E não é surpresa que o desenvolvimento de uma criança traga intermináveis momentos de alegria e gratificação, mas também de frustração, ansiedade e dor. E certamente pais biológicos e adotivos não vivenciam esses momentos da mesma maneira.

A adoção não é um problema complexo, apenas para a criança; é importante observar o impacto sobre os pais que adotam. Por não passarem por uma gestação, podem não ter tempo para se prepararem para a chegada de uma criança, podem ser pegos de surpresa, com a necessidade de se adaptarem rapidamente a uma rotina que até um dia anterior, era totalmente diferente.

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Ebook [5 Dicas de Como Criar Filhos Felizes]

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Esse ebook é uma edição comemorativa, fruto de 5 anos de atuação nos 5 anos do Consultório de Psicologia e Psicanálise.

O conteúdo exposto surgiu a partir de muitas reflexões, leituras acadêmicas e pesquisas e o principal: da experiência clínica como psicóloga infantil, que me proporcionou contato com diversas famílias que buscam melhorar as dificuldades em relação aos seus filhos.

Minha intenção, é propor dicas para que todos os pais possam refletir / avaliar, sobre cada uma delas na vida de seus filhos, independente do seu contexto e visões da educação, para que possam assim, melhorar o dia-a-dia e finalmente, criar filhos felizes.

Para ter acesso ao ebook é só CLICAR AQUI !

É só cadastrar o seu email e em breve, receba o ebook.

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Você elogia o seu filho? A importância do elogio na infância.

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Elogiar uma criança quando ela faz um comportamento desejável é muito recomendável, reforça para a criança que aquilo que ela faz é bom e a família reconhece esse ponto também. É comum crianças reclamarem que os pais “só dão bronca”, o que deixa a criança desmotivada para tentar mudar um comportamento, por exemplo.

Procure então, elogiar mais do que criticar. Elogios verdadeiros e pautados no esforço ajudam a criança a decidir sua postura em uma determinada situação.

Uma dica valiosa é também ignorar maus comportamentos quando não apresentam riscos para as crianças e para outros e oferecer bastante atenção quando ela se comporta bem.

Claro que isso não vai mudar rapidamente, mas à medida que a criança percebe essa postura da família, tende a começar a escolher comportamentos mais saudáveis, pois entende que quando se comporta de maneira adequada, também tem boa consequência dos seus atos como atenção dos pais e elogios verdadeiros.

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Você permite que o seu filho escolha? Uma forma de ensinar seu filho a tomar decisões.

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Muitos adultos têm dificuldade em tomar decisões, sejam decisões simples entre o que comer ou comprar, ou até decisões mais sérias como mudança de emprego e uma viagem.

A infância é uma fase da vida em que aprendemos muitas coisas, inclusive escolher; geralmente algumas famílias só permitem que a criança escolha, quando estão mais velhas ou na adolescência, o que ocasiona por vezes dificuldades entre várias opções disponíveis.

De acordo com a faixa etária da criança, podemos proporcionar pequenas escolhas e assim ajudá-las no processo de toma de decisões; afinal na vida adulta precisamos escolher o tempo inteiro.

Proporcionar ás crianças a possibilidade de escolher em relação ao que podem vestir, comer ou quando realizar uma tarefa ajuda muito as crianças a se sentirem competentes para decidir e resolver os seus próprios problemas.

Dar a possibilidade de escolher é uma forma de diminuir as “batalhas” no dia-a-dia, por exemplo, em vez de dar ordens o tempo inteiro ou fazer ameaças você pode dizer para seu filho se ele prefere tomar banho antes ou depois do jantar; quando a criança tem escolha, não se sente submissa recebendo ordens o tempo inteiro. Geralmente são os momentos que a criança se sente submissa que tenta desafiar os pais.

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Bater é educar? Uma reflexão sobre educar sem bater.

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Tempos atrás a maioria dos pais centralizam a educação dos filhos nas famosas surras, palmatórias e fortes castigos; era uma época que os pais agiam de forma autoritária e detinham todo o conhecimento sobre os filhos. As crianças eram vistas como seres que não entendiam as coisas que aconteciam ao seu redor, restando uma postura submissa e passiva.

Mas muita coisa mudou nos últimos anos, a educação, a ciência e a família passaram por inúmeras transformações; e você já se questionou o porquê a relação entre pais e filhos permaneceria a mesma?

O primeiro esclarecimento é: não confundir a falta da “surra” com a falta de limites. Na verdade, bater não tem nada a ver com limites, são atitudes opostas. Afinal, quem bate ensina a própria falta de limites, é quando os pais perdem “a cabeça” e batem na criança, como um ato de covardia.