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E quando um dos pais morre?: Impactos da morte de um dos genitores na infância

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A morte de um ou ambos os genitores durante a infância, pode afetar o desenvolvimento infantil tanto a curto quanto a longo prazo, já que o rompimento de um vínculo por morte exige uma grande reorganização emocional por parte da criança e da família, que também se encontra fragilizada pelo impacto do evento.

A separação por morte é um evento de grande estresse para a criança, pois não deixa de interferir a segurança e sobrevivência emocional e muitas vezes a material, como mudança de residência, alteração da figura de identificação e apoio e outras de modo geral. A criança acaba perdendo o mundo que ela conhecia e torna difícil lidar com os sentimentos que invadem nesse momento como culpa, tristeza, isolamento, medo de ser abandonado, saudade do ente e raiva por não poder reencontrá-la.

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Os efeitos do divórcio sobre os filhos

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Muitos pesquisadores começaram a estudar os efeitos do divórcio em criança; após muito estudo chegaram à conclusão que há diferença entre reações imediatas ou de longo prazo (mais de dois anos).

As reações de longo prazo dos filhos apresentam grande variação, dependendo da forma como os pais reagem às crianças durante e após a separação. Em especial, o grau de harmonia ou desarmonia entre os pais, percebido pelas crianças depois do divórcio, é o mais importante determinante do ajustamento a longo prazo. Por outro lado, as reações dos filhos a curto prazo costumam ser mais uniformes.

Os pesquisadores constataram que quase todas as crianças ficam perturbadas logo que ocorre a separação. As crianças em geral não entendem o que está acontecendo, mesmo que conheçam muitas outras crianças que passaram pela experiência do divórcio. Como norma, elas ficam a princípio chocadas e surpresas com a separação. Mesmo quando há muitas brigas, tensões ou infelicidade em casa, as crianças não desejam o divórcio. Elas não se sentem aliviadas nem o aceitam bem, a menos que tenham presenciado violência física.

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Um pouco sobre a pré-adolescência

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É comum encontrar artigos e textos informativos sobre o desenvolvimento infantil e sobre adolescência, mas quando se fala sobre a transição entre essas duas fases não é muito comum encontrar muitas informações como dicas e sugestões em relação aos pré-adolescentes, por isso trago hoje um breve texto sobre essa fase.

De acordo com o estatuto da criança e adolescente, a adolescência começa aos 12 anos de idade, portanto, dos 09 aos 12 anos é o que podemos chamar de pré-adolescência, mas não há uma idade fixa começar, pois fatores culturais e físicos, podem interferir no comportamento.